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As pragas:

Elas encontram sempre o caminho. Nenhuma barreira ou obstáculo é suficiente para detê-las. Através de ranhuras e fendas, minúsculos espaços ocos, tubos e tubulações de águas residuais - os animais ágeis e tenazes penetram aos bilhões na vida humana.

As baratas pertencem a uma das mais antigas espécies animais na terra: há 350 milhões de anos já existiam os primeiros predecessores destes insetos. Inúmeras espécies, com corpos de até dez centímetros de comprimento, espalharam-se desde os trópicos asiáticos até o resto do mundo, incluindo ilhas remotas.

Entre as espécies mais conhecidas, as quais podem ser encontradas frequentemente em ambientes domésticos, estão incluídas as baratas comuns, assim como a barata oriental e americana. Estas pestes rastejam às centenas de milhares nas casas, estábulos e sistemas de águas residuais, provocando aí grandes danos.

As baratas preferem ambientes úmidos e quentes com alimento suficiente. Estes onívoros encontram-se em ambientes propícios como esgotos, latas de lixo, resíduos de matadouros e em grandes cozinhas, arrastando com eles inúmeros germes e bactérias.

Para nós, humanos, estes representam um grande perigo, enquanto vetores de doenças: O contato com estes pode provocar diarreia, colite, hepatite A, carbúnculo, salmonelas ou tuberculose. Além disso, a sua saliva e as suas fezes contêm substâncias que podem causar alergias ou até mesmo câncer. Em áreas rurais, as baratas são temidas sobretudo por aumentarem a ocorrência de febre aftosa nos estábulos.

Matar por impacto, esmagar ou pulverizar veneno: geralmente não existem muitas outras opções à disposição daqueles que são afetados pela praga das baratas. Não muito eficientes, considerando o rápido deslocamento das baratas e, no que diz respeito ao veneno, nada seguro para humanos e animais domésticos. Além disso, aumentam em todo mundo as opiniões de que os animais desenvolvem imunidade à aplicação maciça de veneno. A barata possui uma enorme capacidade de resistência, tendo sido encontrados animais vivos após testes com bombas atômicas no Atol de Bikini. Se, no entanto, estas pragas forem mortas por impacto, geralmente os ovos no corpo da fêmea sobrevivem e: a próxima geração não tarda a chegar.

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